
Will Smith volta a aparecer nas telonas na estréia do longa Sete Vidas (Seven Pounds) . Com roteiro escrito por Grant Nieport e direção executada por ninguém menos do que Gabriele Muccino , de a Procura da Felicidade (The Pursuit of Happyness) , filme que também teve Smith como protagonista , Sete Vidas atinge a essência da sentimentalidade humana e se mostra um filme cujo objetivo é despertar tais sentimentos no público .
A película se baseia em Ben Thomas (Will Smith) , um agente da receita federal que busca ajudar devedores que sejam boas pessoas . Porém , ao longo da trama , flashes vão mostrando aos poucos o passado um tanto quanto atormentado desse personagem e montando assim o quebra-cabeças que envolve as sete vidas e a sua .
Como já dito , o filme tem como principal objetivo , analisar , penetrar, ficar cara a cara com a faceta da alma humana mais sentimentalóide . Com cenas carregadas de uma emoção instrínseca quase que depressiva , a trama se concretiza quando , ao virar do avesso qualquer coiceito de certo ou errado , deixa opiniões ambíguas sobre o desfecho .
Enfim , apesar de possuir um ritmo lento , o filme consegue prender o telespectador à tela e proporcionar bons momentos de reflexão . Parece que essa dupla (Smith e Muccino ) , ainda tem uma longa e prospera vida pela frente ...
Ps: Vale lembrar aos mais sensíveis que o choro é quase certo.
2 comentários:
Ñ sei pq mas desde o começo [e agora depois de ter lido, ainda mais] achei que esse filme, ia ser tipo uma continuação do 1º e ao que tudo indica o é. Pode ñ ser o mesmo personagem, o mesmo contexto ou ter o Lolá chorando depois da exibição, mas sempre aquela inteção de mexer com quem vê e quase da mesma forma, né, emocionando ... Sei lá, ñ consigo entender de cinema.
Certos atores me atraem ao cinema. Will Smith com certeza NÃO é um deles. Alguns atores têm efeito reverso (atualmente Al Paccino, Charles Bronson, Robert De Niro e outros são quase um aviso de perigo atuando). Embora goste de muitos desses atores, seus filmes mostram apenas como o cinema trocou de mão. Ao contrário do passado, onde grandes diretores produziam filmes de grande portes, agora o público é quem dá as cartas. E como uma reflexão mais séria não atrai tanta gente assim... deixem o Will Smith para aqueles filmes que tem uma boa proposta, um desenrolar interessante e termina com um bom McDonnald's na saída do cinema.
Contra essa ameaça, apenas Clint Eastwood, armado roteiros carregados e montado um elenco astronomico. Espero que nosso bom e VELHO pistoleiro silencioso posso resgatar Hollywood-Town da gangue dos ladrões de cérebros (e que combinam muito com McDonnald's na saída)!
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